segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Ervas Femininas para todas as fases

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 O Resgate do Feminino com as Terapias Naturais – Óleos Essenciais
 As Ervas Medicinais Amigas das Mulheres 
 “A menopausa, assim como a adolescência, é uma passagem da vida reprodutiva da mulher. Esta passagem marca o fim da fase reprodutiva e das menstruações, e é diferente para cada mulher. Ocorre mais freqüentemente na faixa etária de 45 a 55 anos, quando a mulher poderá sentir alguns incômodos, até se acostumar com a nova situação do seu corpo, como ondas de calor, secura vaginal, alterações  psicoemocionais, irregularidades do ciclo ou ausência da menstruação. Para alívio dos sintomas são recomendadas plantas fitoestrogênicas e progestogênicas, sedativas, tônicas, remineralizantes, depurativas, hepáticas, diuréticas, e anti-sudoríparas.
Uso diário uma a três vezes ao dia, três a seis meses
Plantas indicadas: sálvia, artemísia, mil em rama, erva cidreira verdadeira, cavalinha, funcho, vitex, dente de leão.
Fitoestrogênios:
o   São hormônios contidos nas plantas que mimetizam os estrogênios.
o   Fitoestrogênios não são a mesma coisa que os estrogênios do corpo, mas podem ter efeitos benéficos similares.
o   Existem diversos tipos : isoflavonas, flavonas, lignanas, terpenóides.
o   As isoflavonas são as mais potentes e encontradas na soja, oferecem maior proteção óssea e cardiovascular
o   Os terpenóides são encontrados na cimicifuga racemosa e aliviam mais sintomas psíquicos e urogenitais. As flavonas e lignanas são encontradas em cereais, frutas e vegetais.
o   Mecanismo de ação: competem com os receptores de estrogênio que estão presentes  em quase todas as  células do corpo – efeito adaptogênico, modulador ou equilibrador. Por isto podem ser usados  quando há excesso ou carência de estrogênio.
o   Não estimulam o crescimento de tecidos sensíveis ao estrogênio.
o   Estudo em animais mostrou que inibem tumores de mama.
o   Tem atividade antioxidante (previne danos causados às células pelos radicais livres) e antiproliferativa  (previne crescimento anormal das células)
Fitonutrientes
  • Além de proporcionar sabor e valor nutritivo, podem exercer ações terapêuticas, adequando os processos fisiológicos
  • Exemplo: plantas crucíferas, como o brócolis, possuem o fitoquimico índole-3-carbinol, que converte os estrogênios mais perigosos do corpo em variedades mais fracas, reduzindo o risco de câncer
  • O consumo diário dessas plantas está associado à redução do câncer de mama e demais sintomas mamários relativos aos excessos de estrogênio.Sua atividade estrogênica é menor, na faixa de um centésimo
  •      a um milésimo da do estradiol.
  • São encontrados em mais de 300 plantas, dentre elas maçãs, cenouras, aveia, azeitonas, feijões e demais leguminosas, sementes de girassol e outras.
  • A soja e a linhaça são muito ricas nessa substância”

PROTOCOLO  DE  FITOTERAPIA  EM  GINECOLOGIA  E OBSTETRÍCIA
“Orientações para a prescrição
Uso oral:
o   Chá: 100 a 200 ml por dose duas a quatro vezes ao dia
 o   Tintura-mãe (TM): 20 a 50 gotas por dose duas a quatro vezes ao dia
Antes de diluir em água,deixar 15 minutos no copo para evaporar o álcool. Ir reduzindo a dose na medida em que apareça alívio dos sintomas.
Evolução aguda: uso de 10 a 20 dias
Evolução crônica: uso de 20 a 60 dias
Quando do uso prolongado, após alívio dos sintomas, manter a mínima dose diária. As plantas indicadas a seguir podem ser usadas em conjunto ou separadamente, na forma de tintura-mãe ou chá (partes iguais)
Uso local:
 o   Ducha vaginal:
Tintura-mãe – 15ml diluídos em 150ml  de água fervida. Usar seringa descartável de cinco a 10ml ou aplicador ginecológico para  a introdução do líquido na vagina. Fazer o mínimo de ducha, apenas quando exuberância do corrimento e dos sintomas irritativos, no início do tratamento.
Atenção :Na vagina existe uma protetora flora bacteriana que deve ser   preservada. Por isso deve-se aplicar lactobacilos ou coalhada após medicação de uso local.
 o   Curativo vaginal:
Colocar 5ml da tintura-mãe em xícara. Acrescentar 50ml de água fervida ou filtrada.  Mergulhar o tampão vaginal (algodão envolvido em gaze) Introduzi-lo na vagina. Retirar após 12 horas . Repetir a aplicação, se necessário, após 12 horas” “


As Ervas Medicinais Amigas das Mulheres
 ” FACILITADORES DO PARTO E PUERPÉRIO
Ameniza a dor do parto:
Atua no amadurecimento  do colo uterino:  sálvia, Artemísia.
Iniciar o uso após 37 semanas completas de gestação.
Uso: TM 30 gotas  três vezes ao dia
Estimula contrações uterinas
Algodão, artemísia, tanchagem, canela, gengibre, noz moscada.
Iniciar após 37 semanas completas de gestação.
Uso: TM 30 gotas três vezes ao dia
Plantas galactogogas
Algodão, funcho, manjericão, dente de leão
Plantas para reduzir o leite
Sálvia, artemísia, salsa, vitex.
 Plantas que diminuem o sangramento pós parto
Algodão, tanchagem, margaridinha.”

PROTOCOLO  DE  FITOTERAPIA  EM  GINECOLOGIA  E OBSTETRÍCIA
“Orientações para a prescrição
Uso oral:
o   Chá: 100 a 200 ml por dose duas a quatro vezes ao dia
 o   Tintura-mãe (TM): 20 a 50 gotas por dose duas a quatro vezes ao dia
Antes de diluir em água,deixar 15 minutos no copo para evaporar o álcool. Ir reduzindo a dose na medida em que apareça alívio dos sintomas.
Evolução aguda: uso de 10 a 20 dias
Evolução crônica: uso de 20 a 60 dias
Quando do uso prolongado, após alívio dos sintomas, manter a mínima dose diária. As plantas indicadas a seguir podem ser usadas em conjunto ou separadamente, na forma de tintura-mãe ou chá (partes iguais)
Uso local:
 o   Ducha vaginal:
Tintura-mãe – 15ml diluídos em 150ml  de água fervida. Usar seringa descartável de cinco a 10ml ou aplicador ginecológico para  a introdução do líquido na vagina. Fazer o mínimo de ducha, apenas quando exuberância do corrimento e dos sintomas irritativos, no início do tratamento.
Atenção :Na vagina existe uma protetora flora bacteriana que deve ser   preservada. Por isso deve-se aplicar lactobacilos ou coalhada após medicação de uso local.
 o   Curativo vaginal:
Colocar 5ml da tintura-mãe em xícara. Acrescentar 50ml de água fervida ou filtrada.  Mergulhar o tampão vaginal (algodão envolvido em gaze) Introduzi-lo na vagina. Retirar após 12 horas . Repetir a aplicação, se necessário, após 12 horas” “
Fonte:
(1)Elaboração: Centro de Humanização das Práticas Terapêuticas do Hospital São Pio X-CHPT – Ceres , Goiás, 2006.
Coordenação: Mila Lemos Cintra
Equipe técnica: Evando de Queiroz, Lívia Martins Carneiro, Maria Esther de Albuquerque Vilela, Mila Lmos Cintra,Vitor José de Souza Machado




As Ervas Medicinais Amigas das Mulheres
 “HEMORRAGIA UTERINA
Plantas com ação hemostática, estrogênica e progestogênica, sedativa, hepática, vasoconstritora, adstringente, tônica.
Plantas indicadas: algodão, cavalinha, mil em rama, sálvia, erva de Macaé,   vitex; entre casca do coco da Bahia (chá).
Usar até cessar a hemorragia
MIOMAS
Plantas de ação progestogênica hemostática, antiinflamatória, depurativa, hepática, diurética, antiespasmódica.
Plantas indicadas: erva de Macaé, algodão, cavalinha, mil em rama, erva de bicho, dente de leão, vitex.
Uso diário uma a três vezes ao dia durante três a seis meses
CISTO DE OVÁRIO
Objetivo do uso da planta: controle do cisto de ovário.
Plantas com ação estrogênica, progestogênica, diurética, depurativa, hepática, antinflamatória.
Plantas indicadas:  algodão, cavalinha, sálvia, erva de Macaé.
Uso diário uma a três vezes ao dia durante três a seis meses


CORRIMENTOS
Plantas com ação anti-séptica, antiinflamatória, depurativa, adstringente.
Uso oral : calêndula, tanchagem, cana de macaco,algodão, algodãozinho.
Uso local : calêndula,  barbatimão, manjericão, cana de macaco, hortelã graúdo, algodão.
Uso diário três vezes ao dia durante l5 a 30 dias.
CANDIDÍASE
Corrimento com prurido e ardência sugestivo de cândida.
Uso diário três vezes ao dia durante  l5 a 30 dias.
Oral : erva cidreira verdadeira, calêndula, manjericão,
Local: erva cidreira verdadeira, calêndula,  manjericão., alecrim, alho, açafrão.
CERVICITE
Plantas com ação cicatrizante, anti-séptica, antiinflamatória, adstringente.
Oral: calêndula, tanchagem,  mil em rama, algodãozinho.
Local: barbatimão, hortelã graúdo, mil em rama.
Uso diário três vezes ao dia durante l5 a 30 dias.
 DOR PÉLVICA CRÕNICA
Plantas com ação antiespasmódica, anti-séptica, antinflamatória, laxante,   hepática, depurativa, diurética.
Uso durante as crises três vezes ao dia durante l0 dias.
Plantas indicadas: algodãozinho, dente de leão, mil em rama, mentrasto, folha santa. .”

PROTOCOLO  DE  FITOTERAPIA  EM  GINECOLOGIA  E OBSTETRÍCIA
“Orientações para a prescrição
Uso oral:
o   Chá: 100 a 200 ml por dose duas a quatro vezes ao dia
 o   Tintura-mãe (TM): 20 a 50 gotas por dose duas a quatro vezes ao dia
Antes de diluir em água,deixar 15 minutos no copo para evaporar o álcool. Ir reduzindo a dose na medida em que apareça alívio dos sintomas.
Evolução aguda: uso de 10 a 20 dias
Evolução crônica: uso de 20 a 60 dias
Quando do uso prolongado, após alívio dos sintomas, manter a mínima dose diária. As plantas indicadas a seguir podem ser usadas em conjunto ou separadamente, na forma de tintura-mãe ou chá (partes iguais)
Uso local:
 o   Ducha vaginal:
Tintura-mãe – 15ml diluídos em 150ml  de água fervida. Usar seringa descartável de cinco a 10ml ou aplicador ginecológico para  a introdução do líquido na vagina. Fazer o mínimo de ducha, apenas quando exuberância do corrimento e dos sintomas irritativos, no início do tratamento.
Atenção :Na vagina existe uma protetora flora bacteriana que deve ser   preservada. Por isso deve-se aplicar lactobacilos ou coalhada após medicação de uso local.
 o   Curativo vaginal:
Colocar 5ml da tintura-mãe em xícara. Acrescentar 50ml de água fervida ou filtrada.  Mergulhar o tampão vaginal (algodão envolvido em gaze) Introduzi-lo na vagina. Retirar após 12 horas . Repetir a aplicação, se necessário, após 12 horas” “
Fonte:
(1)Elaboração: Centro de Humanização das Práticas Terapêuticas do Hospital São Pio X-CHPT – Ceres , Goiás, 2006.
Coordenação: Mila Lemos Cintra
Equipe técnica: Evando de Queiroz, Lívia Martins Carneiro, Maria Esther de Albuquerque Vilela, Mila Lmos Cintra,Vitor José de Souza Machado


As Ervas Medicinais Amigas das Mulheres
 “Comumente a menstruação ocorre a cada 28 dias e dura de três a seis dias. Entretanto isto varia de uma mulher para outra. O intervalo entre o 1º dia da menstruação e o 1º dia da outra menstruação é chamado de ciclo menstrual.
A maioria das meninas tem a 1ª menstruação entre 11 e 16 anos.
Menstruações irregulares ou doloridas são comuns na adolescência (até os 18 anos). Isto geralmente não significa que existe algo errado.
Os desconfortos menstruais refletem as desarmonias da vida da mulher, sobrecarregada pela vida agitada, estresse, excesso de preocupações e atividades. As emoções negativas e as dificuldades sexuais influenciam nessa desarmonia, como também a alimentação rica em produtos animais e pobre em vegetais e o uso de álcool e fumo. Isto se traduz em forma de irritabilidade, insônia, angústia, depressão, ansiedade, dor de cabeça, dor nas mamas, náuseas, prisão de ventre, inchaço e cólicas menstruais.
Todos estes sintomas são alerta do corpo de que algo não está andando bem.
A menstruação é uma das possibilidades de reajustamento do organismo. O fígado ajuda nesse processo e por isso, se ele se encontra muito sobrecarregado por toxinas produzidas pela alimentação não-saudável e emoções negativas será difícil a sua eliminação, trazendo prejuízos à saúde da mulher.
Por isso a mulher deve perceber a menstruação como uma possibilidade de equilíbrio constante do organismo, ficando atenta e aprendendo a ouvir e aceitar as suas reais necessidades.
  DISFUNÇÕES DO CICLO MENSTRUAL
o   Ciclos curtos com fluxo excessivo ou normal:
 
Plantas  com ação estrogênica e progestogênica, hemostáticas, hepáticas, sedativas e reguladoras de ciclo.
Plantas indicadas: mil em rama, algodão, sálvia,  cavalinha, margaridinha .
Iniciar o uso após o 14º dia do ciclo até ao final do fluxo, durante seis meses.
o   Ciclos longos com fluxos escassos ou normais:
Plantas  com ação estrogênica, reguladoras do ciclo, hepáticas, emenagogas.
Plantas indicadas: artemísia, sálvia, algodão, mentrasto, erva cidreira.
Iniciar o uso após o 14º dia do ciclo até o final do fluxo, durante seis meses.
o   Cólicas  com  fluxo escasso:
Plantas emenagogas, hepáticas, antiespasmódicas, antiinflamatórias, sedativas, diuréticas.
Plantas indicadas: poejo, algodão, menstrasto, Artemísia.
Uso a partir do 20º a 25º dia do ciclo  até o final do fluxo,  por 3 a 6 meses.
 o   Cólicas menstruais e fluxo normal:
 Plantas antiinflamatórias, antiespasmódicas, hepáticas, diuréticas.
Plantas indicadas : algodão, mentrasto, calêndula, erva de macaé.
Uso a partir do 20º ao 25º dia do ciclo durante três a seis meses.
o   Cólicas com fluxo excessivo:
Plantas antiinflamatórias, antiespasmódicas, hepáticas, diuréticas,    hemostáticas
Plantas indicadas :  margaridinha, algodão, mentrasto, mil em rama.
Uso a partir do 20º a 25º dia do ciclo durante três a seis meses.
TENSÃO PRÉ- MENSTRUAL – TPM
o   Objetivo do uso das plantas: aliviar irritabilidade, insônia, retenção de líquido.
o   Plantas  sedativas, diuréticas, hepáticas, depurativas.
Principais plantas: vitex, dente de leão, erva de Macaé, sálvia,  mulungu,  mil  em rama, erva cidreira verdadeira.
Uso a partir do l5º dia do ciclo durante três a seis meses
 TPM com alterações psicoemocionais:
Plantas  tranqüilizantes, hipnóticas.
Plantas indicadas : mulungu, erva cidreira verdadeira,  artemísia , alecrim.
Uso a partir do 15º  dia do ciclo durante três a seis meses.
TPM com retenção de líquido na pré-menstruação:
Objetivo do uso das plantas: aliviar  a mastalgia e demais desconfortos na pré menstruação.
Plantas diuréticas, hepáticas, analgésicas,  progestogênicas.
Plantas indicadas : mil em rama, dente de leão, cavalinha.
Uso a partir do 15º dia do ciclo durante três a seis meses.
TPM com cefaléia recorrente:
Objetivo do uso da planta: aliviar cefaléia relativa a alterações hormonais.
Plantas hepáticas, estomáticas, tônicas do sistema nervoso.
Plantas indicadas: manjericão, alecrim, artemísia,  margaridinha.”

PROTOCOLO  DE  FITOTERAPIA  EM  GINECOLOGIA  E OBSTETRÍCIA
“Orientações para a prescrição
Uso oral:
o   Chá: 100 a 200 ml por dose duas a quatro vezes ao dia
 o   Tintura-mãe (TM): 20 a 50 gotas por dose duas a quatro vezes ao dia
Antes de diluir em água,deixar 15 minutos no copo para evaporar o álcool. Ir reduzindo a dose na medida em que apareça alívio dos sintomas.
Evolução aguda: uso de 10 a 20 dias
Evolução crônica: uso de 20 a 60 dias
Quando do uso prolongado, após alívio dos sintomas, manter a mínima dose diária. As plantas indicadas a seguir podem ser usadas em conjunto ou separadamente, na forma de tintura-mãe ou chá (partes iguais)
 Uso local:
 o   Ducha vaginal:
Tintura-mãe – 15ml diluídos em 150ml  de água fervida. Usar seringa descartável de cinco a 10ml ou aplicador ginecológico para  a introdução do líquido na vagina. Fazer o mínimo de ducha, apenas quando exuberância do corrimento e dos sintomas irritativos, no início do tratamento.
Atenção :Na vagina existe uma protetora flora bacteriana que deve ser   preservada. Por isso deve-se aplicar lactobacilos ou coalhada após medicação de uso local.
 o   Curativo vaginal:
Colocar 5ml da tintura-mãe em xícara. Acrescentar 50ml de água fervida ou filtrada.  Mergulhar o tampão vaginal (algodão envolvido em gaze) Introduzi-lo na vagina. Retirar após 12 horas . Repetir a aplicação, se necessário, após 12 horas” “
 Fonte:
(1)Elaboração: Centro de Humanização das Práticas Terapêuticas do Hospital São Pio X-CHPT – Ceres , Goiás, 2006.
Coordenação: Mila Lemos Cintra
Equipe técnica: Evando de Queiroz, Lívia Martins Carneiro, Maria Esther de Albuquerque Vilela, Mila Lmos Cintra,Vitor José de Souza Machado

Fonte: http://matricaria.com.br/

Circulo Feminino  - Terapia em grupo para mulheres
Gratuito
Sábados as 14hs

www.movimentandosonhos.com.br

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