
O tempo de semear a terra, colocando os nutrientes e sentindo o que aquele campo precisa para ser fértil novamente.
É necessário aguardar com paciência compreender que a terra tem seu tempo para absorver os nutrientes antes de receber as boas sementes.
Assim como nós que devemos ter paciência com o nosso tempo de maturação do que aprendemos no dia a dia, O tempo de absorver as palavras de auto conhecimento, as atitudes de mudança reais.
É com alegria que observamos a planta germinar, crescer e começar a florecer antes de oferecer o seus frutos.
Assim como nossa jornada onde devemos nos observar, perceber por que as sementes internas que plantamos não germinaram , por que mesmo fazendo tantos cursos, lendo, se interessando ainda não produzimos o resultado esperado que é aquela mudinha crescendo em nossas vidas.
Devemos observar e se movimentar no nosso jardim interno, percebendo se existem insetos que se alojaram em nossos corações e não permitem que as plantas cresçam e floreçam.

O tempo dos frutos maduros, se erguer com a alegria do que foi cultivado, colhendo todas as dádivas, todo o aprendizado adquirido, todo o tempo de temperança em que fomos acolhedoras de nós mesmas e na nossa caminhada.
O tempo da poda e retirada das folhas mortas nos permite compreender que o passado deve ser extinto para que novas mudas floreçam.
O tempo de recomeçar o plantio, arar novamente essa terra, nutrir e perceber o que plantar nessa terra.
Seriam novos aprendizados, novas relações, novos recomeços.
O que o seu coração tem pedido ?
O que você tem plantado, colhido, se alegrado por mais um dia de chuva ou de sol em sua jornada?

Somos como as hortas, como a natureza, somos férteis,
criativas e renovadoras.


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